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Exibições de "Irokopeki" revelam a qualidade do setor audiovisual local

  • Foto do escritor: Cinema Comentado Cineclube
    Cinema Comentado Cineclube
  • 17 de set.
  • 1 min de leitura

Numa produção da Associação Grupo Teatral Olho de Gato (AGTOG), o filme “Irokopeki” apresenta uma mistura de ficção, tradição e espiritualidade. A obra é baseada na peça montada pelo grupo, em 2017, “Iroko Pequi: A Árvore Sagrada”, que virou roteiro cinematográfico assinado por Mirian Walderez (diretora da entidade) e Deiço Xavier. O projeto foi realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo e teve exibições gratuitas em Montes Claros.


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De acordo com Mirian Walderez, o desafio do grupo foi fazer a transposição do texto teatral para a linguagem cinematográfica com o objetivo de unir e registrar o material em audiovisual. “Mas conseguimos ampliar e valorizar os potenciais e as habilidades cênicas dos integrantes do grupo”, explica a diretora.


Para o presidente do Cinema Comentado Cineclube, o jornalista Elpídio Rocha, a exibição de mais este filme reforça a importância das políticas públicas de fomento e divulgação do audiovisual. “Com a LPG é possível mostrar as particularidades de uma produção efetivamente local, valorizando a diversidade e qualidade dos realizadores de Montes Claros”, avalia Elpídio Rocha.


A sessão de estreia de “Irokopeki” aconteceu em 06/09 (sábado), na rua Coronel Celestino 75, centro da cidade, a partir das 19 horas, no Corredor Cultural; esta exibição teve o apoio do Museu Regional do Norte de Minas, do Cinema Comentado Cineclube e do CineMaracas. Outras exibições foram no Centro de Convívio Luizinha Gonçalves (12/09) e no Conservatório Estadual de Música Lorenzo Fernandes (19/09).

 
 
 

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